- Três carros nos seis primeiros- Paulo Louro perde segundo lugar na derradeira classificativa
O Rali Casinos do Algarve foi o ponto final do Campeonato Nacional de Ralis e consequentemente a última prova da Fórmula Peugeot 206 da época de 2006.
Para a equipa LPM-grupo LENA competição fica um final de campeonato a todos os títulos notável, já que conseguiu acabar os três últimos ralis com todos os carros com que participou. Ganhou em Mortágua e conseguiu dois excelentes terceiros lugares, sendo que ambos provocaram “amargos de boca” pois foram situações em que os pilotos se posicionavam na segunda posição, perdida em ambos os casos na derradeira classificativa.
Para Paulo Louro a atribuição dos tempos na última classificativa, após o acidente de “Mex” Machado dos Santos que obrigou a organização a neutralizar a prova e a atribuir o mesmo tempo a todos os concorrentes que passaram depois do despiste, foi uma situação que não foi igual para todos já que existiram pilotos que cumpriram a classificativa depois do acidente e a quem foi atribuído o tempo que tinham realizado na prova de classificação.
Desta forma o esforço de Paulo Louro foi inglório pois a vantagem de 2,1s foi transformada em desvantagem de 16,9s, Louro tinha feito na primeira passagem por este troço- Monchique 1- o tempo de 11.43,2s para na segunda passagem e depois do troço neutralizado lhe ser imposta uma cronometragem muito superior ou seja 13.34,7s, o que deixou o piloto insatisfeito como explica “O TEMPO ATRIBUIDO PELO COLÉGIO DE COMISSÁRIOS DESPORTIVOS PENALIZOU-ME, POIS PASSEI DE SEGUNDO PARA TERCEIRO SEM ME PODER DEFENDER. MAS PIOR DO QUE ISSO FOI TER PERDIDO O QUARTO LUGAR NO TROFÉU.”
António Monteiro foi o quinto classificado, uma boa prestação para um piloto que fez uma fase final da época em crescendo e que no Algarve mostrou que sabe andar em pisos difíceis e traiçoeiros. Para ele esta prova foi “ UM RALI MUITO DIFICIL DEVIDO ÀO MAU TEMPO, COM MUITAS PREOCUPAÇÕES COM A ESCOLHA DE PNEUS, POIS OS PISOS QUE AGORA ESTAVAM SECOS DE UM MOMENTO PARA O OUTRO ESTAVAM MOLHADOS, E NÓS NÃO QUERIAMOS CORRER RISCOS POIS ERA IMPORTANTE ACABAR O RALI E PONTUAR PARA NÃO PERDER LUGARES NA CLASSIFICAÇÃO FINAL DO TROFÉU.”
Já Isaac Portela com dois furos não podia aspirar a muito mais do que o sexto lugar que obteve. O jovem piloto da Maceira mostrou que não veio ao Algarve para cumprir calendário e soube contornar as dificuldades “QUE FORAM MUITAS, FUROS, PISOS COMPLICADOS PARA A MINHA EXPERIÊNCIA, PNEUS DIFERENTES QUE UTILIZEI PELA PRIMEIRA VEZ, ENFIM, SEM QUERER REPETIR FRASES ANTERIORES, ESTOU MUITO SATISFEITO COM A MINHA PONTA FINAL NO TROFÉU, GANHEI SABER E PARA O ANO CÁ ESTAREI A APROVEITAR TUDO O QUE APRENDI E A GANHAR MAIS CONHECIMENTOS, POIS NESTA COISAS DOS AUTOMÓVEIS COMO EM TUDO NA VIDA CADA MOMENTO É UM MOMENTO DE APREDIZAGEM.”
A parte técnica a cargo de João Lourenço também correu bem e foi com algum orgulho que confidenciou “ESTOU MUITO SATISFEITO COM OS RESULTADOS, NÃO HAVER DESISTÊNCIAS JÁ É UMA VITÓRIA. FOI PENA TERMOS PERDIDO DOIS SEGUNDOS LUGARES DE FORMA INGLORIOSA, FICAM OS DOIS TERCEIROS UMA VITÓRIA A SUBIDA DE FORMA DOS PILOTOS PROVA A PROVA E SEM DÚVIDA A DEDICAÇÃO DE TODA A EQUIPA DE MECÂNICOS”
Agradecimentos: Rep Portela, Electrofer, Eurolider, Vinhos e Vícios, Amsoil, LPM – Grupo Lena competição, Pneutec, IPL, Ferrol.
Foto: zoompress
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